7 dicas para levar uma vida mais leve

7 dicas para levar uma vida mais leve

Está cansado, estressado, sem paciência para nada? A gente dá algumas sugestões valiosas para virar esse jogo.

13/11/2017



A sua vida pode ser mais tranquila. E na verdade, você tem grande potencial de influenciar como você vive sua vida. Claro, que nem tudo depende exclusivamente de você, mas há pequenas coisas que podemos introduzir à nossa vida que têm potencial de fazer uma grande diferença. Por isso, para uma vida com mais harmonia no seu dia a dia é preciso prestar atenção nas suas escolhas e atitudes.

 

Você já parou para pensar se está olhando com carinho para aspectos fundamentais para o seu bem-estar, como sono, alimentação, sua relação com o estresse e sua vida sexual?

 

Se sim ou se não, que tal ver esta listinha com algumas dicas para ter a vida mais tranquila?

 

O estresse como diagnóstico pessoal

O estresse como diagnóstico pessoal

Ter algum nível de preocupação com um projeto, um desafio, pode ser a motivação que nos faz levantar todos os dias da cama. “O problema é quando se torna excessivo e supera nossa capacidade de adaptação ou quando persiste por muito tempo”, alerta Selma Bordin, psicóloga do Hospital Israelita Albert Einstein, em uma reportagem do site da instituição.

A primeira dica é entender como administrar o estresse, identificando quais são as situações que provocam essa sensação. Daí, é decidir o que fazer: eliminar o problema de vez ou resolvê-lo em um momento mais oportuno. Ao mesmo tempo, vale a pena tentar aumentar sua resistência física, cuidando do sono, da alimentação, do corpo e da mente e evitando excessos de estimulantes e substâncias tóxicas como café, bebidas alcoólicas e tabaco.

 O primeiro ponto final: o trânsito

O primeiro ponto final: o trânsito (1)

Segundo Aly Said Yassine, diretor do Departamento de Tecnologia e Inovação da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), dirigir não é das melhores atividades para o corpo e para a postura. Mas é possível tornar menos prejudiciais os momentos ao volante.

Programe-se para sair fora dos horários de pico e prefira rotas alternativas. Existem aplicativos de celular que facilitam essa tarefa. Antes de começar a dirigir, tire um casaco que possa limitar os movimentos, troque o sapato por tênis, leve uma garrafinha de água para se hidratar, escolha músicas de seu gosto e coloque o ar-condicionado numa temperatura que o deixe à vontade. Durante a viagem, em momentos parados, relaxe a musculatura do pescoço fazendo movimentos circulares com a cabeça. Evite manusear o celular. Com preparação e calma, vai até parecer que o trânsito está fluindo melhor.

 

Respeite a sinalização, concentre-se e solidarize-se. Todas essas dicas estão no guia que a gente publicou aqui no Viva a Longevidade para você deixar o estresse do trânsito fora da sua vida.

 

Pequenos (novos) hábitos para te fazer feliz

Pequenos (novos) hábitos para te fazer feliz

Segundo Alex Korb, pesquisador de neurociência na Universidade da Califórnia e autor do livro The Upward Espiral, cultivar hábitos que trapaceiem o próprio cérebro pode nos fazer mais felizes. E não tem nada de difícil nisso. São coisas simples, como ouvir músicas da época mais feliz da sua vida, trazendo à tona memórias que o fizeram bem, ou sorrir mais vezes (até mesmo para o espelho). 

Como explica o autor, mesmo tristonho, seu cérebro detecta o sorriso e pode entender que está feliz. E usar óculos escuros. Franzir o rosto com os raios de luz pode soar como sinal de preocupação. Interromper esse movimento rapidamente tranquiliza o comando central lá de cima.

 

O sono dos justos: o ideal para você

O sono dos justos: o ideal para você

Todo mundo sabe: a maior parte dos adultos precisa de seis a oito horas de sono por dia. Mas não se prenda a números. “Você só saberá o tempo certo se observar seu sono e sua disposição no dia seguinte”, ensina Shigueo Yonekura, neurologista do Instituto de Medicina do Sono, em São Paulo (SP). As regras de ouro são claras: antes de ir para a cama, evite exercícios físicos, um jantar pesado, tomar umas e outras, ingerir medicamentos sem prescrição médica

ou beber café e refrigerantes. Estabeleça uma rotina que inclua realizar a última refeição, entrar nas cobertas e despertar nos mesmos horários. Perto da hora de dormir, busque atividades mais calmas, como ler um livro.

 

Não é só o que você come

Não é só o que você come

Aqui no Viva a Longevidade, a gente preza pela comida de verdade e bem equilibrada, sem exageros. Mas não é apenas o que você come que terá influência sobre uma vida mais leve. Você já reparou em como você come?

 

Se é com pressa, opa, tem um problema aí. A mastigação incompleta pode prejudicar a absorção de nutrientes. Quando alguém pedir para que você 

largue os eletrônicos à mesa e afirmar que faz mal comer vendo TV, pare de ser teimoso. A distração impede a concentração na trituração do alimento, um ato que deve ser realizado de forma atenta e tranquila.

 

Esporte para curtir, não para sofrer

Esporte para curtir, não para sofrer

Fazer exercício vai melhorar o tônus muscular e a parte óssea, proteger a articulação e o sistema cardiovascular, diminuindo, assim, as chances, por exemplo, de costas travadas ou um enfarte fulminante. Sem falar que você vai se sentir bem consigo mesmo, acreditando na sua própria capacidade e se divertindo com a atividade que está fazendo.

Para a sua atividade física não se tonar um peso, encontre alguma que, de fato, lhe agrade. E a frequência? “Se a pessoa que tem diabetes, obesidade ou está há muito tempo sedentária conseguir caminhar uma vez a cada dez dias, é melhor do que nada. O começo é o começo de cada um”, afirma o educador físico Diego Lopez, da assessoria esportiva Trilopez.

 

Está sem tempo ou dinheiro? Você pode começar simplesmente movimentando mais o corpo. Como? Usando a escada ao invés do elevador e a escada rolante ou estacionando o carro um pouco mais distante do seu destino final.

 

Sexo: a sinceridade consigo mesmo

Sexo: a sinceridade consigo mesmo

Durante o ato sexual, o organismo libera hormônios como oxitocina e endorfinas. “Elas têm papel fundamental no nosso bem-estar, na sensação de prazer e relaxamento, além de ação antidepressiva”, ressalta Quetie Mariano, psicóloga especializada em sexualidade dos Hospitais Pérola Byington e Mandaqui.

A maior frequência sexual também melhora a autoestima e a performance do sistema imunológico. Para o casal, aumenta a intimidade e reforça os laços amorosos. Mas sem cobrança: não fazer sexo não é um problema, desde que seja uma escolha consciente e que sua energia esteja voltada a outros prazeres e pessoas. Importante sempre lembrar: sexo seguro é sexo saudável.


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Comentários recentes:

Arlete Leitão

11 de abril de 2018

Bom gostaria de receber outros importantes para longevidade. Grátis porque edtou von dificuldade financeira grata.

Viva a Longevidade

04 de junho de 2019

Olá, Arlete, 
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Att. equipe Viva a Longevidade