8 dicas para escolher a melhor previdência para você

A última dica vai te ajudar a definir quanto você deve separar por mês para investir no seu futuro



Se você quer ter uma vida boa no futuro (ou ao menos uma vida um tanto semelhante a essa do seu presente), é preciso acumular bagagem em quatro pilares da sua vida: saúde, conhecimentos, relações sociais e finanças. Ter hábitos saudáveis, manter a mente ativa em busca de conhecimento e estreitar laços sociais são alguns exemplos de como acumulamos esses capitais. Mas e quando falamos sobre finanças? O que fazer?

 

Não existe muita saída. A não ser que você já tenha (ou seja herdeiro) de um considerável patrimônio, ou ganhe um prêmio inesperado, será preciso planejar e executar um plano que garanta renda suficiente para os muitos anos que você terá pela frente depois de se aposentar. A previdência privada é uma dessas ferramentas que podem te ajudar a chegar lá.

 

 

Você sabe o que você deve fazer para escolher uma previdência privada para chamar de sua? Listamos aqui 8 dicas a partir deste material feito pela Bradesco Seguros em parceira com o Estúdio Folha.

 

Comece agora

Qual será a sua remuneração quando você passar a fronteira dos 65 anos? Acha muito cedo pensar nisso, né? Bom, quanto mais cedo, melhor, pois você terá o tempo a seu favor para construir esse caminho com calma – e sem pesar muito no seu bolso, já que você irá diluir ao longo do tempo essa reserva financeira do futuro. Se você já tem alguns anos nas costas, calma, nunca é tarde para começar.

 

Conheça a previdência privada

PGBL e VGBL são planos de previdência que complementam a carteira de investimentos para que você consiga acumular dinheiro para um prazo mais longo (como a aposentadoria). A Bradesco Seguros ajuda a explicar a diferença entre PGBL e VGBL.

 

Tenha um objetivo

Ok, você já sabe que “quanto mais cedo, melhor”. Mas você tem claro qual é o objetivo para contratar um plano de previdência? É para acumular recursos? É para ajudar a pagar os estudos dos seus filhos? Para gerar renda no futuro? Definir o porquê de adquirir um plano é muito importante.

 

Conheça a realidade fiscal...

O modelo de declaração de imposto de renda vai impactar no tipo de plano que você vai contratar. Quem investe no PGBL e declara IR pelo modelo completo deduz até 12% da renda anual tributável e paga imposto sobre o total acumulado no momento do resgate. Se o seu modelo é o simplificado, o VGBL é o mais indicado, pois, no momento do resgate, o imposto é apenas sobre a rentabilidade.

 

... e também o regime tributário

Na hora de escolher o plano é preciso também definir o regime tributário para o momento em que você for sacá-lo (total ou parcialmente). Ele varia entre a tabela regressiva (indicada para quem vai investir por muito tempo, mais de 10 anos) e a progressiva (sugerida para quem vai realizar o saque em um curto espaço de tempo ou o valor da renda mensal pretendida está dentro da faixa de isenção do IR).

 

Fique de olho na taxa de administração

O bom desempenho de um fundo está diretamente relacionado a uma gestão mais ativa. E isso pode significar uma taxa de administração um pouco mais elevada.

 

Siga o plano

A terceira dica aqui foi “tenha um objetivo”. A sétima dica é “siga este objetivo”. Pode ser que algumas prioridades mudem, por isso faça avaliações periódicas do seu objetivo e dos planos contratados para ter certeza que eles atendam às suas necessidades.

 

Simule

Tenho um objetivo claro, sei a diferença entre os planos e também já sei qual é o melhor para a minha realidade fiscal. Mas quanto eu devo investir mensalmente para isso? E se eu só tiver um determinado valor para colocar todo mês? Qual será minha renda no futuro? Simule esses cenários e tenha essas respostas. É rápido e fácil.

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