O que fazer para mudar de área (ou de profissão)?

Se você cansou do trabalho, veja quais cursos podem ajudar a reinventar sua carreira



Há dias em que chegamos a casa insatisfeitos com o trabalho — e há outros em que começamos a questionar se queremos fazer a mesma coisa até chegar a hora da aposentadoria. Para muitas pessoas, em algum momento, surge a vontade de mudar. A grande questão é: você quer trocar de trabalho ou de profissão?

 

Não é uma pergunta fácil de responder. Por isso, o primeiro passo para resolver a questão é olhar para si, fazer uma autoavaliação e entender o que o está incomodando. “Para muita gente, é a falta de propósito”, afirma Marcelo Bueno, master coach da Sociedade Brasileira de Coaching – SBCoaching.

 

 

Só depois dessa análise, explica Bueno, teremos clareza para traçar os nossos objetivos para o futuro. Ou seja, o que se quer alcançar na vida, como ter mais tempo para si ou comprar uma casa maior para a família. “Ao longo da vida é que a gente vai aprendendo quais são os nossos motivadores”, completa.

 

Com esses objetivos em mente, fica mais fácil entender qual é o tipo de mudança profissional que desejamos. A insatisfação com o dia a dia no trabalho, por exemplo, pode ser resolvida com uma mudança de ares. Basta movimentar-se dentro da empresa ou trocar de emprego, para que ela passe. Isso, às vezes, pede uma renovação de conhecimentos com um curso de atualização. “Antes de escolher um curso, mapeie as competências desse novo cargo que são exigidas”, diz Bueno. “Pode ser que os resultados profissionais mostrados sejam mais importantes do que um certificado.”

 

Outro caminho é o microlearning, que consiste em fazer cursos curtos on-line, focados em temas bem específicos. “É uma modalidade que permite ir adquirindo conteúdo em pílulas e fazer sua própria trilha de conhecimento”, explica Adilson Batista, sócio-fundador e diretor de estratégia da agência Today.

 

Mas, se após alguns anos de experiência profissional, o caso é de desilusão com a própria profissão e com suas perspectivas, a saída é investir em um curso mais robusto, para ganhar um conhecimento técnico ou acadêmico que você não tem.

 

Quer saber como decidir qual caminho tomar? O Viva a Longevidade consultou especialistas que explicam que tipo de curso é mais adequado, de acordo com cada objetivo e com a disponibilidade de tempo de cada um — confira as opções a seguir.

 


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maria da conceicao dos santos rodrigues

11 de janeiro de 2019

gostaria de receber informacoes sobre cursos

Viva a Longevidade

15 de janeiro de 2019

Olá, Maria, Boa tarde, tudo bem?

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