Um dia para começar a cuidar da saúde

Truck da Longevidade levou exames de glicemia, de pressão e bioimpedância para a população de São Paulo

02/10/2019



Em um dia quente de muito sol e céu azul, quem passou pela praça Oswaldo Cruz, em São Paulo, no dia 1º de outubro, pôde aproveitar para dar aquela verificada em como anda a saúde, no Truck da Longevidade, da Bradesco Seguros.

 

A ação fez parte das celebrações do Dia da Longevidade (veja aqui como foi o Diálogos da Longevidade, outra ação para comemorar a data), e ofereceu medições de glicemia, de pressão e bioimpedância, durante todo o dia.

 

Quem passasse pelos exames ganhava também uma foto com o tema da ação e um laço rosa, marcando o início do mês de conscientização da prevenção e combate ao câncer de mama.

 

Em uma região bastante movimentada da capital paulista, o truck ficou cheio.

 

 

 

“Na cabeça, eu me sinto com 25 anos. E eu decidi simplesmente fazer as coisas.”

Rosane Viegas, 63 anos

Entre as 328 pessoas atendidas, havia gente de todas as idades, preocupada com a saúde, interessada na foto ou curiosa para conhecer o tal exame da bioimpedância, que avalia a composição corporal, estimando a massa magra, a massa muscular, a gordura corporal e a água, entre outros dados sobre o estado nutricional da pessoa.

 

Foi o caso da artista plástica Rosane Viegas, de 63 anos, que tem um estúdio ali nas redondezas. “Eu queria saber o que é esse exame e parei para descobrir. Descobri, também, que hoje é Dia do Idoso, que, dizem, é a melhor idade”, diz ela, que supera todos os dias as limitações da artrose, para continuar esculpindo e pensando no futuro.

Almir Bretherick, de 61 anos, seu colega de trabalho, já vive o seu plano B. Aposentado do setor de tecnologia, hoje se dedica ao mundo das artes.

 

“Na tecnologia é tudo zero ou um, muito exato. E eu sempre tive esse meu lado artístico, de música, de composição, desenhos e pintura. Enquanto em um você tem que ser mais forte, no outro tem que ser mais amoroso, o que dá outra vivência”, diz.

 

E cuidar da saúde é parte do seu plano. “Penso em viver bem. Bastante, e bem.”

 

Eles querem viver mais e melhor

 

Como a gente gosta de falar, nunca é tarde demais para cuidar da sua longevidade, mas quanto mais cedo melhor. É o caso da Kelly Pereira Zangarini, de 20 anos, que ouviu falar sobre o truck pelas amigas de trabalho e resolveu fazer os exames, mais uma vez. Ela trabalha em um laboratório de diagnóstico e, desde então, passou a adotar a rotina de check-ups.

 

“Está tudo bem, glicemia boa, pressão também, gordura um pouco acima, mas nada alarmante, só um quilo. Eu me alimento bem sim, e faço academia e dança do ventre. E eu ando muito: do trabalho para o cursinho, para casa, para me locomover”, disse logo após finalizar os exames. 



“Eu nunca parei para pensar nisso, mas acho que vou viver bastante e quero chegar lá bem.”

Kelly Pereira Zangarini

Já José Carvalho de Sousa, de 78 anos, quer é passar dos 100. “Quem não pensa em viver muito? Mais ou menos 100, 150. Não tá bom 150?” E ele está se cuidando para chegar lá. Com apenas 5 kg acima do ideal, faz caminhada, academia, natação e passa o tempo que pode com os cinco netos. “Meus xodós.”


Mais novo, Luciano Zeferino, com 44 anos, também se prepara para chegar, pelo menos, aos 80. “Tenho muito que ajudar as pessoas ainda”, diz.

 

Ele, que se recupera agora de uma longa depressão, fez os exames como parte das ações de retomada.

 

“Como muitas pessoas me estenderam a mão nesses oito anos em que estive afastado, estou voltando para contribuir um pouquinho para a sociedade”, diz.

 

Hoje, ele encontra maneiras de se manter saudável na correria da vida de corretor de imóveis. Faz a sua própria marmita, equilibrada, e dedica todas as manhãs à atividade física, preparando um retorno ao karatê.

 

Na fila, ganhou conselhos de Robson Caetano, embaixador do Viva a Longevidade, que também esperava a sua vez. “Ele me falou para começar com uma caminhada mais forte, evitar correr e continuar no pilates”, conta Luciano.

 

 

Robson, que também passou pelo Truck, entrou na fila, distribuiu recomendações para uma vida longeva mais saudável e fez todos os exames.

 

“A gente tem que lembrar que o corpo é uma máquina que, com o tempo, vai se desgastando. É importante dar uma checada no que está se desgastando mais rápido, para utilizar de maneira mais inteligente. A intensidade com a qual se vai fazer a atividade física, e qualquer coisa na vida, depende muito dessas avaliações”, explica.

/ Dia da Longevidade - Truck da Longevidade
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